Aconteceu em Nancy...Quando um grupo de jovens Seminaristas jogava à bola, um pequeno avião ia perdendo altura e enquanto os jovens fugiam, a bola foi colhida em pleno ar pela hélice, originando a queda do aparelho.
Aconteceu na Estação de Wokinghal (Berkshire), seja lá onde for...uma locomotiva pôs-se a andar sózinha, cinco quilómetros depois, o Chefe da Estação conseguiu entrar na Máquina locomotiva saltando com sucesso, desde um automóvel!
Assistindo ao teatro da vida...
Se considerarmos o momento em que a cortina de um palco é fechada, dividindo a sala em dois mundos tão diferentes como a plateia e os bastidores, também os nossos olhos quando encerram para o habitual período de repouso, dividem a nossa vivência em dois mundos completamente diferentes.
A minha intenção é relacionar a ligação entre estes dois mundos separados por uma cortina e estudar a perspectiva de quem na plateia analisa os bastidores, mas também de quem instalado nos bastidores, tem capacidade para analisar toda a plateia.
Sonhos... ficção ou algo mais?
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Personalidades: 1 - Angelo Giuseppe Roncali
No dia 25 de Novembro de 1881, nasceu na aldeia de Sotto-il-Monte, em Bergamo, Angelo Giuseppe Roncali e aí vive a sua infância. Quando já rapazinho, Angelo desloca-se para a cidade de Bergamo e ingressa no seminário.
Chegado à idade, cumpriu o serviço militar servindo no corpo de padioleiros do Exército, pois era o único posto compatível com a carreira sacerdotal.

Aos 24 anos termina os estudos deixando o seu professor de Teologia Eugénio Pacelli ( mais tarde o Papa Pio XII) bastante entusiasmado com os conhecimentos adquiridos por Angelo.
De: www.vatican.va
Multidões de fieis acompanharam os últimos dias do Papa.,quando foi anunciada a sua morte eram 19 H 40 M do dia 3 de Junho de 1963.
Faleceu o Papa! O Papa da Bondade expirou!
0 Filme sobre a vida de Angelo Roncali
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Noite Tenebrosa
Não sei que vento é este de loucura
Que passa como vento de tufão,
Crestando toda a Terra, e a expressão
A dar-lhe de dor e de secura!
Vai-se-lh'a luz e perfume, e a Flor
Que a perfumava e nos trazia
Um sorriso d'esp'rança cada dia,
Cai, na haste pendida, já sem côr!
Passam no ar lamentos e gemidos
De vozes que cantavam n'outro tempo,
E nos deixavam risonhos, esquecidos,
Das nossas amarguras, por momentos.
E nesta aridez e noite escura,
Vazio o Templo, o Céu sem Divindade,
Vejo a cercar-me, na jornada dura,
Monstros, que me arrastam e devoram,
Fitando-me com olhos que não choram,
A rir dos meus prantos de saudade!
Alfredo Passanha
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Juventude Desportiva da Livração
A equipa da Juventude Desportiva da Livração alinhava com:
EM PÉ: Zé Poeira, Júlio, Quim da Lida, Adriano da Gorda, Agostinho de Ramil, Eduardo Lobo e Carlos Araújo.
EM BAIXO: António Santos, Zé da Calçada, Ramiro Coelho, Torcato Coelho e Zé Alberto.
PRESIDENTE: Exmo. Senhor J.M.Pinto
SECRETÁRIO: Exmo. Senhor Ribeiro
O Zé Maneta.
O Zé Maneta era um simpático personagem que juntamente com uma outra personalidade feminina de alcunha "Magueija", eram muito acarinhados na sua terra. Um dos locais mais frequentados pelo Zé era a estação!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
domingo, 9 de dezembro de 2012
73º Curso
Um conjunto de músicas que constavam da AP dos cursos de Comandos, em inícios da década de 80.
Cada uma delas representava diferentes etapas da Instrução e a ligação entre estas músicas e esses momentos, perdurará sempre ao longo dos tempos.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
A Poesia do Cuco e Resposta de Canaveses
Os asnos figurões assinalados,
Que da classe dos parvos e maltezes,
Por motivos já bem justificados,
Passaram ainda além de Canaveses,
Em certo dia, muito apoquentados,
Mais do que julguem almas humanas,
Entre o Douro e o Tâmega edificaram
O seu reino que tanto sublimaram.
E também as memórias gloriosas
Daqueles tais que foram dilatando
A má fé, e as almas generosas
Andam neste mundo embarrilando,
E esses que por obras cavilosas,
Se vão da pelintrice libertando,
Cantando espalharei por toda a parte
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
RESPOSTA DE CANAVESES:
Que os Bucefalos bravos esporeiam,
Da guerra com seu facho de alçapremas,
Herois- sangueiros que de sangue nutrem,
Merecem maldições e não poemas.
Eu entendo dizer em verso astuto;
Heroi que inspira gargalhada ás turbas,
Heroi, meão do corpo e do bastuto
E sempre das novidades encravadas...
Pimpão das letras e também das tretas,
Mas pimpão que faz rir ás gargalhadas.
Retirado do programa "Bombeiros Voluntários do Marco" Marco de Canavezes
Abril - 1942
Que da classe dos parvos e maltezes,
Por motivos já bem justificados,
Passaram ainda além de Canaveses,
Em certo dia, muito apoquentados,
Mais do que julguem almas humanas,
Entre o Douro e o Tâmega edificaram
O seu reino que tanto sublimaram.
E também as memórias gloriosas
Daqueles tais que foram dilatando
A má fé, e as almas generosas
Andam neste mundo embarrilando,
E esses que por obras cavilosas,
Se vão da pelintrice libertando,
Cantando espalharei por toda a parte
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
RESPOSTA DE CANAVESES:
Que os Bucefalos bravos esporeiam,
Da guerra com seu facho de alçapremas,
Herois- sangueiros que de sangue nutrem,
Merecem maldições e não poemas.
Eu entendo dizer em verso astuto;
Heroi que inspira gargalhada ás turbas,
Heroi, meão do corpo e do bastuto
E sempre das novidades encravadas...
Pimpão das letras e também das tretas,
Mas pimpão que faz rir ás gargalhadas.
Retirado do programa "Bombeiros Voluntários do Marco" Marco de Canavezes
Abril - 1942
A LINGUA PORTUGUEZA
Quando nada já me prendesse à Pátria, ainda a ella me prenderia a língua, que reputo das mais bellas e expressivas, embora hyperbolica e diffusa. Porém, disciplinada por mão simultaneamente doce e firme, a lingua portugueza é um admiravel signo do pensamento e tem, sempre outras, nas horas decisivas, um fremito passional que arrebata. Desfeiteada por uma geração iconoclasta, não seria de extranhar que lhe perdessemos aquelle antigo amôr, sem o qual os Academicos, os sabios, os cenaculos, a tradição. e até o paiz não teriam razão de existir. Porém, seja Deus louvado! Ainda ha quem a escrêva e quem a leia, pondo na leitura e na escripta o melhor da sua attenção e da sua alma. E então se reconhece que a nossa lingua tem a dureza do granito, a flexibilidade do aço, a fluidez da agua, a transparencia do crystal e a doçura do mel. Sem a pieguice da italiana, a cujos registos medio e grave falta virilidade, a lingua portugueza traduz admiravelmente os mais delicados cambiantes do sentimento;mas quem n'ella quizer imprecar, rugir, fulminar ou deslumbrar, terá apenas o embaraço da escolha entre vocabulos e expressões, figuras e tropos, idiotismos e proloquios. Se a historia pátria foi, até Alcacer-Quibir, uma opera, no sucesso, no scenario, na indumentaria, nos personagens, a língua é bem o seu instrumental, desde o quartetto de corda até às palhetas e aos metaes. Faz-se d'ella o que se quer, porque na sua plasticidade é infinita. Tem côr, tem som, tem luz e, quando é preciso, uma grandeza de Santo Imperio ou Grande Seculo.
Lisboa, 13 de Março de 1917
Cunha e Costa
(Conforme o original)
..................................................
Eu conservava na minh'alma a fé
Mais viva e pura de um afecto brando,
Nascido em nós...sem que se saiba quando!
Tornado amor...sem se saber porquê!
E essa afeição, tal como eu a senti,
teve o poder de dar-me até a crença
De vez no mundo uma verdade imensa,
Porque o olhei, sempre através de ti!
Porém mentiu-me o teu olhar profundo!
O teu amor soube arrancar-me a fé!
E...faz-me pena, muita pena crê...
Ter de te ver hoje através do mundo!
Por isso eu choro! é que a minh'alma vê
Que tudo é falso! até um afecto brando,
Nascido em nós...sem que se saiba quando...
Tornado amor...sem se saber porquê!...
Maria Candida Parreira
Lisboa, 13 de Março de 1917
Cunha e Costa
(Conforme o original)
..................................................
Eu conservava na minh'alma a fé
Mais viva e pura de um afecto brando,
Nascido em nós...sem que se saiba quando!
Tornado amor...sem se saber porquê!
E essa afeição, tal como eu a senti,
teve o poder de dar-me até a crença
De vez no mundo uma verdade imensa,
Porque o olhei, sempre através de ti!
Porém mentiu-me o teu olhar profundo!
O teu amor soube arrancar-me a fé!
E...faz-me pena, muita pena crê...
Ter de te ver hoje através do mundo!
Por isso eu choro! é que a minh'alma vê
Que tudo é falso! até um afecto brando,
Nascido em nós...sem que se saiba quando...
Tornado amor...sem se saber porquê!...
Maria Candida Parreira
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
O Mistério das caras escondidas...
Esta fotografia foi tirada num Outono passado...Com um pouco de imaginação conseguimos visualizar um rosto visto em perfil e um rosto em posição frontal.
O programa habitualmente utilizado para arquivar estas imagens tem uma função de identificação de rostos e com algum espanto verifiquei que essa função estava accionada e a indicar a existência do tal rosto...sinceramente quanto mais olhava, menos conseguia ver.
É também interessante, analisar os factores que estariam na base da aparição, desta forma semelhante a um rosto, no entanto gostaria de salientar a luminosidade e o ângulo em que a máquina disparou...tentei mais tarde no local, obter uma repetição deste resultado mas...obviamente não obtive qualquer êxito.
É ainda interessante verificar a existência de duas possibilidades distintas para a constatação da forma ou rosto, a primeira está em com alguma concentração, procurar maneira de visualizar a imagem, de forma a aparecer um rosto muito bem definido visto de frente. A segunda está em procurar um ângulo e conseguir visualizar a forma de cara, vista de perfil.
Comento esta situação, unicamente porque a coincidência criada é um tanto invulgar!
E afinal, mais alguém consegue ver essas caras?
O programa habitualmente utilizado para arquivar estas imagens tem uma função de identificação de rostos e com algum espanto verifiquei que essa função estava accionada e a indicar a existência do tal rosto...sinceramente quanto mais olhava, menos conseguia ver.
É ainda interessante verificar a existência de duas possibilidades distintas para a constatação da forma ou rosto, a primeira está em com alguma concentração, procurar maneira de visualizar a imagem, de forma a aparecer um rosto muito bem definido visto de frente. A segunda está em procurar um ângulo e conseguir visualizar a forma de cara, vista de perfil.
Comento esta situação, unicamente porque a coincidência criada é um tanto invulgar!
E afinal, mais alguém consegue ver essas caras?
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
Hoje, morreu um poeta!
Homem se não acreditas...
Homem se não acreditas
que tens alma... p'ra saber
p'ra onde vais, onde ficas,
onde esperas teu viver?
Pensas que vieste ao mundo
só para comer e beber,
p'ra esse viver no mundo
era melhor não nascer.
Se tu pensas desgraçado
que a morte te leva tudo,
deste a alma ao diabo
e lá foi o teu futuro
Faz com que o teu corpo seja
uma morada segura
p'ra que a tua alma esteja,
afastada da loucura.
O teu corpo não é nada
pois nasceu para morrer,
é apenas a morada
da alma que quer viver.
Se pensas só no teu corpo
olha que não pensas bem,
teu corpo é um ser morto
sem alma nem vida tem.
Por isso pensa e medita
que nasceste para morrer
só a tua alma fica,
p'ra toda a vida viver.
Homem não sejas ateu
o mundo nada te dá
pensa em Deus que está no céu
que à tua espera está.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Passeio de Domingo em 2012
Um agradável passeio de Domingo, visitando o velho Porto e conversando sobre a Cidade, na companhia de amigos e acompanhado pelo Professor Luís Amaral da Universidade do Porto, o qual ao longo de quatro horas, ensinou a nossa História em todos os cantos do percurso...notável sem dúvida, foi uma tarde muito bem passada!
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